Este 3º Encontro foi realizado no dia 1 de Abril de 2026 na Escola Básica e Secundária Professor Ruy Luís Gomes, tendo nele participado 18 professores e educadores e sido apresentados três testemunhos.
Aprender, Viver e Trabalhar na Península de Setúbal, um Vídeo produzido por Eduarda Dionísio, João Carlos Louçã e Vítor Ribeiro, em 1997, por encomenda do Instituto das Comunidades Educativas, e agora comentado por Ângela Luzia.
Organizado em 4 partes, nele se aborda: na primeira, o «Tocar, cantar, conviver, representar»; na segunda, o «Ler, escrever, falar, divulgar»; na terceira, o «Reunir, conservar, instruir, fazer»; e na quarta o «Herdar, trocar, descobrir».
Pretendeu-se, com este Vídeo, “produzir mais um recurso de formação, de desafio à reflexão sobre os diferentes contextos e experiências, em que os participantes, diferentes protagonistas sociais, crianças, jovens, músicos, atores, professores, educadores, técnicos, famílias, vizinhos,…, são simultaneamente atores e destinatários, numa perspetiva intergeracional, intercultural e de educação inclusiva, formalizando enquanto formação os tempos de reflexão e questionamento sobre práticas e metodologias, articulando a produção de inovações educativas com a produção de saberes, numa perspetiva de criação de Comunidades de Aprendizagem.”
Eis um momento em que os participantes no encontro observam o Vídeo:
1as Jornadas Interativas de Divulgação de Ciência, por Luísa Beato, orientadora do estágio de Anabela Viseu, Cristina Azevedo e Eduardo Gomes em 1994-95.
Estas Jornadas Interactivas, que decorreram durante uma semana (de 19 a 26 de
Maio) em Almada, não se limitaram a envolver estes professores, pois mobilizaram
os grupos disciplinares da Biologia, da Física-Químia, da Informática, da
Matemática, da Mecânica e da Robótica da Escola Secundária Emídio Navarro e muitos
apoios e patrocínios no concelho de Almada e para além dele.
Como razões para esta iniciativa foram na altura explicitadas estas duas:
* “a escola continua a ser hoje, apesar dos
discursos de reforma, uma realidade virada demasiado para si própria, muito
pouco conhecida quer dos pais, quer dos restantes agentes educativos.”
* “a ciência ainda hoje [é] vista como um produto meramente de laboratório, acessível
apenas a alguns, com uma linguagem fechada, o que gera falta de sensibilidade e
atitude crítica para a informação científica e para os problemas éticos e
sociopoliticos que envolve.”
A dimensão que este projecto atingiu pode ser compreendida através das
iniciativas que o integraram:
1as Jornadas Interativas de Divulgação de Ciência,
por Luísa
Beato, orientadora do estágio de Anabela Viseu, Cristina
Azevedo e Eduardo Gomes em 1994-95.
Estas Jornadas Interactivas, que decorreram durante uma semana (de 19 a 26 de
Maio) em Almada, não se limitaram a envolver estes professores, pois mobilizaram
os grupos disciplinares da Biologia, da Física-Químia, da Informática, da
Matemática, da Mecânica e da Robótica da Escola Secundária Emídio Navarro e muitos
apoios e patrocínios no concelho de Almada e para além dele.
Como razões para esta iniciativa foram na altura explicitadas estas duas:
* “a escola continua a ser hoje, apesar dos
discursos de reforma, uma realidade virada demasiado para si própria, muito
pouco conhecida quer dos pais, quer dos restantes agentes educativos.”
* “a ciência ainda hoje [é] vista como um produto meramente de laboratório, acessível
apenas a alguns, com uma linguagem fechada, o que gera falta de sensibilidade e
atitude crítica para a informação científica e para os problemas éticos e
sociopoliticos que envolve.”
A dimensão que este projecto atingiu pode ser compreendida através das
iniciativas que o integraram:
Se se pudesse fazer uma síntese do que foi feito, ela poderia ser: a escola saíu para a rua.
Almada um lugar
para todos / Projecto colaborativo interturmas na Escola Básica Marco Cabaço
(Iª parte), por Angélica
Curto.
Este projecto concretizou-se em 2013.
Neste encontro apenas se apresentou a história que foi produzida pelos alunos,
e depois animada num Vídeo por uma empresa especializada. Ficaram por contar no
próximo Encontro as razões e o processo da sua produção.
Uma imagem da projecção deste Vídeo (que, além do normal som áudio inclui uma
tradução para quem não o pode ouvir):
Comentários
Os testemunhos apresentados nestes Encontros resultam da compreensão, por parte dos seus autores, da importância do registo das suas memórias, não as abandonando nem ao esquecimento, nem à expropriação por terceiros.
E os debates incluídos em cada um destes Encontros proporcionam um primeiro olhar crítico sobre o passado, quer analisando os seus contextos, quer procurando um novo entendimento das estratégias que foram resultando, quer das que, a dado momento, deixaram de resultar.
Imagens: fotografias de Lídia Matias durante o Encontro e imagem do Power Point das «1as Jornadas» que nele foi mostrado
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